DevOps – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #24 de 28

DevOps

Esta é a  Sacada Digital #24: este vídeo é parte da série de 28 SACADAS DIGITAIS PARA VOCÊ, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste vigésimo quarto dia desta maratona, o Engenheiro de Software da IBM Fernando Evald, diretamente de Austin, Texas nos Estados Unidos, nos ensina sobre DevOps, que segundo a Wikipedia é O termo DevOps deriva da junção das palavras “desenvolvimento” e “operações”, sendo uma prática de engenharia de software que possui o intuito de unificar o desenvolvimento de software e a operação de software.

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

 

DROPBOX – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #9 de 28

DROPBOX – Sacada Digital #9

Este vídeo é parte da série de 28 SACADAS DIGITAIS PARA VOCÊ, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste nono dia desta maratona, PEDRO HENRIQUE, especialista em Tecnologia da Informação e Analista de Suporte da Vilesoft, fala para gente sobre o que é o DROPBOX e como podemos utilizá-lo para armazenas nossos arquivos e dados na Nuvem.

No vídeo passado sobre BACK-UP – Sacada Digital #8, Luylle Lemos também especialista em Tecnologia da Informaçao, falou para gente sobre a importância do backup.

E hoje Pedro Henrique nos apresenta o DROBOX, que é um destes lugares (plataforma) da nuvem que você pode armazenar com seguranças suas cópias de segurança e até mesmo trabalhar diretamente neles sem ter um computador, ou seja, usar diretamente um Smartphone para trabalhar.

Conheça mais deste recurso importante que garante que seu trabalho seja preservado e você não tenha que refazer ou perder dados.

E ainda poder acessar seus dados de qualquer lugar do mundo que tiver uma conexão de internet.

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

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NETFLIX – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #6 de 28

NETFLIX – Sacada Digital #6:

Netflix é uma série de 28 sacadas digitais para você, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste sexto dia desta maratona, Guilherme Carvalho especialista em Tecnologia da Informação e Analista de Sistemas da Vilesoft, fala para gente sobre a NETFLIX, que é uma provedora global de filmes e séries de televisão via streaming, atualmente com mais de 100 milhões de assinantes.

 

Guilherme também deixa duas indicações legais, ligados à tecnologia, para você assistir na NETFLIX:

1 – A série Black Mirror
2 – Ex_Machina: Instinto Artificial

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

Dia a dia de um Engenheiro de Software

Tecnologia da informação

Neste vídeo você vai ver como é um pouco da rotina de um engenheiro de software e na prática.

Flávio Henrique é Engenheiro de Software e Diretor de Tecnologia da Vilesoft e falou para gente como é o dia a dia de seu trabalho.

As profissões da área de T.I. estão sempre em ascensão, mas exige dedicação e muito gosto pelo que faz, pois, os horários são efêmeros.

É uma vida de cientista que é apaixonado por suas criações.

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

Empreendedor ou dono de empresa? 

Empreendedor ou dono de empresa?

Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, será rápido no diagnóstico: “isto é uma coisa caótica” Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Louco Demais?

Ser empreendedor tem se tornado um modismo, como se tudo fosse mar de rosas, a tal ponto de ser slogan de muitas entidades. Mas ser empreendedor significa também ser empresário. E isto dá trabalho e bem longe dos holofotes da mídia e nas noites e preocupações de incertezas e riscos constantes. Ainda mais em países com política, economia e uma legislação fiscal complicada, complexa e efêmera como a do Brasil. Isto muitas vezes gera somente donos de empresas e não empreendedores.

Empreender significa testar seus limites diariamente, se atualizar; administrar e lidar com quem sabe mais que você, em muitos assuntos. E o empresário que não entende isto e coloca em prática, se torna apenas “dono de empresa” E perde todas as oportunidades que a tecnologia e novos processos podem e geram para sua organização!

Os globos me põem de cabeça tonta. Quando consigo localizar um lugar, já trocaram as fronteiras”. (MCLUHAN e FIORE, 1971, p. 1).

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, UMA GRANDE ALIADA

Nestes novos tempos da pós-modernidade, da globalização, ou como muitos gostam de chamar de ‘contemporaneidade’, não, já mudou, agora é a geração X, Y, Z dos Millennials. É essencial utilizar os instrumentos de apoio como a tecnologia da informação como STAFF, para um empreendedor dar conta de tanta demanda que vem sobre ele. Ter bons sistemas de informações, não é mais ter diferencial, é obrigação de qualquer empresa que quer estar no mercado e continuar a ser um “player”.

Com a quantidade de dados, processos e comunicação, necessários para efetivar uma transação comercial, é impossível qualquer organização fazê-la com o sucesso desejado, sem o apoio adequado de um sistema de informação que tenha efetividade e um grande nível de acurácia.

De uma perspectiva antropológica, toda a criação humana é cultura. Compreende elas os bens materiais, as representações simbólicas, os conhecimentos, as crenças, os sistemas de valores, o conjunto de normas que orientam o comportamento humano e nutrem as expectativas de comportamento (PENTEADO, 1991, p. 11).

Portanto, administrar uma empresa é gerenciar comportamento, administrar a cultura, é a criação de mecanismos de gestão que incluem métodos e procedimentos já testados e implantados por outras organizações.

Neste processo cultural, onde o empresário tem que ser o líder, pois tudo parte dele, o que mais pode dificultar a disseminação da real necessidade da quebra do paradigma do fazer tudo isoladamente, como se fôssemos uma ilha, é exatamente a falta de atualização do empresário que precisa ser empreendedor e não só dono da empresa.

Um empresário desatualizado, pode ver e não acreditar nos novos métodos, nos novos processos que geram otimizações, reduzem custos e geram maiores receitas. E desta forma, ele pode tentar sem perceber, conduzir seus negócios como se fazia há vinte anos atrás, em que não havia a Internet comercial e a comunicação ainda se fazia pelos correios e telex. Muitos nem sabem o que é um telex, um fax e outros recursos que já foram inovação, também. Mas, passaram, evoluíram. E os métodos e processos também, passam, evoluem, todos os dias.

Uma grande parcela dos empresários, que são só donos de empresa, ainda medem os resultados de suas empresas pelo saldo do banco. E não sabem que o tempo é veloz e exige muito mais que resultados financeiros para manter uma empresa funcionando.

Há valores intangíveis da nova economia, que valorizam uma grande carteira de clientes e potencial à geração de receitas imediatas; que valorizam as curtidas, os seguidores, e o quanto suas ações estão cotadas na Bolsa, pelo número de acessos aos seus perfis e não pela geração de caixa!

Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Muito louco tudo isto!

As formas tradicionais de mensuração, não se encaixam mais, para determinar quanto valem estes novos ativos. E só o determinar o que são ou não ativos neste novo cenário, já é demasiado cansativo e difícil. É subjetivo. Mas custa, gera e tem valor financeiro. Muito esquisito não é?

OLHAR FORA DAS LENTES DE TAYLOR E FAYOL

É necessário, uma política de recursos humanos inovadora, um planejamento estratégico que inclui incertezas, sem ser fantasioso, mas, descolado das revisões rígidas e periódicas. Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, sugere uma coisa caótica.

Ser empreendedor é ter a coragem de esquecer horários e se dedicar às grandes variáveis que realmente variam de formas surpreendentes. É buscar a atualização em assuntos muitos transdisciplinares. Não dá para ser um especialista, um empreendedor precisa ser multi especialista. E para isto, só se cercando de vários especialistas e usar a sinergia para gerar coesão entre esta multiculturalidade de conhecimentos diversos e necessários aos negócios de hoje em dia.

NA PRÁTICA

Para não ficar filosófico demais, vamos a um exemplo simples que toda empresa passa: como distinguir a diferença entre otimização (redução) de custos e apenas cortar despesas? O que é cortável e não impactante nos negócios e o que não é? Responda rapidamente se der conta! Impossível, é necessário análises e projeções para fazer cortes cirúrgicos. É necessário envolver outras pessoas da empresa. Dá trabalho, não pode simplesmente dar uma ordem como dono de empresa e pronto. Entendeu?

GRANDES QUESTÕES DO DIA A DIA DO EMPREENDEDOR

Um empreendedor responde todos os dias no mínimo aos seguintes dilemas:

  1. O que é aresta no meu negócio e precisa ser cortado, “gordura”?

  2. O que é essencial para os negócios produzirem resultados?

  3. Como promover a inovação? O que fazer? Por onde começar? Até onde ir? Para onde e como ir?

ONDE BUSCAR E COMO OBTER CONHECIMENTO?

1 – Leia revistas e artigos de outros setores diferentes do seu. Tente apreender com os erros do outros. Como empresários damos muito foco no sucesso dos outros, da concorrência, dos gurus; e como nos ensinou Jack Ma, fundador do Alibaba e o homem mais rico da China; este é um dos grandes erros dos empresários.

É preciso conhecer e aprender com as histórias dos erros dos outros. Para que você não os cometa também. A história do sucesso é linda, é um mar de rosas, é dourada, é um conto de fadas; porque ela, na maioria das vezes, omite os erros e os percalços que estiveram por trás dos tombos e caídas, até chegar ao pódio.

2 – Participe de associações e organizações da sua classe empresarial. Vá as reuniões semanais, dedique tempo, seja ativo, participe, colabore, apoie e instrua os iniciantes, se ofereça para ajudar. Desta forma, sua proatividade irá trazer de volta em múltiplos toda sua colaboração. Você será respeitado e conhecido na sua comunidade. Assim nascem os grandes líderes, os formadores de opiniões e os líderes de mercados.

3 – Olhe a longo prazo. Não seja imediatista, não sangre o caixa de sua empresa, com retiradas pro-labores acima das reais posses dela. Pense que existem períodos de “vacas gordas e vacas magras” em qualquer segmento. E que o seu, não é exceção.

4 – Seja ético o tempo todo, não dê brechas para cobranças que lhe constranja futuramente, não acredite demais em histórias de consultores, peça provas e clientes de sucessos, se necessitar contratar seus serviços. Fale com clientes deles, não só ligue, vá la. Faça amizades com eles e descubra o que está contratando de verdade. Amarele para perguntar, para não se envermelhar de raiva depois.

5 – Não procrastine, não postergue decisões necessárias. Defina um prazo para planejar, analisar e avaliar o que precisa ser feito. Crie cenários para estas decisões e tome uma decisão e fique firme nela, por melhor que as outras fossem.

6 Se for necessário desfazer de patrimônio, aja logo, não espere uma ferida sangrar mais que o necessário e se tornar uma hemorragia. Não tenha amor por aquilo que não é para ser amado. Ame pessoas, bens você compra de novo depois! Construa reservas, patrimônio, capital de giro. Você precisará disto, não duvide! Eles servem para isto mesmo, lhe socorrer rapidamente em épocas difíceis. E todos passam por elas!

7 – Pare de reclamar da crise, do governo, do mercado, do dólar, da alta do petróleo, do sindicato, dos colaboradores, dos órgãos de defesa do meio ambiente e até da falta de sorte; como se sorte fosse um ingrediente essencial do processo de gestão empresarial. Acredite em Deus, na sua equipe e no seu trabalho, suba um degrau todo dia, porque no final do ano serão mais de 300 degraus e você conseguirá ver melhor lá de cima, para agir certeiramente, como uma águia faz.

CONCLUSÃO

O empresário que não se atualiza e para isto, é impossível não ler pelo menos um bom livro com conteúdo atual por mês, perde o bonde do negócio e fica na idade média.

Passa a aguardar o féretro de seus próprios projetos, de sua empresa, vivendo apenas como “dono da empresa”, ou ainda limitando-se a explorar os nichos de baixos rendimentos que vêm a reboque da concorrência, que dita para onde ir ou não, como proceder e até quanto pode ter de rendimento, seja ele financeiro, realização pessoal ou de construção de sua parte na sociedade.

No nosso canal Talentos & Desafios na plataforma Youtube, temos vários vídeos e entrevistas com empreendedores no Brasil e no exterior, discutindo e ensinando mais sobre empreendedorismo, startup e qualidade de vida, que deve ser nosso foco de tudo isto. Você é nosso convidado a se inscrever e participar conosco!

Pense nisto e sucessos!

Roger Maia é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação, desde 2005 e também é membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • ALBERTI, Raquel Lorensini; SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. Revista do CCEI – Centro de Ciências da Economia e Informática – EDIURCAMP. Bagé. v. 8, n. 13, p. 108-116, 2004.

  • ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração da Informática. Funções e fatores críticos de sucesso. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

  • BAUMAN, Zygmunt. Globalização as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

  • CORRÊA, Henrique L. Planejamento e controle da produção: MRP II/ERP: conceitos, uso e implantação, quarta edição. São Paulo: Atlas, 2001.

  • FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Uma Introdução à Engenharia do Conhecimento. Florianópolis, UFSC, 2000.

  • GATES, Bill. A Estrada do Futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • GONÇALVES, Baulmann, Prado e Canuto. Globalização e desnacionalização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

  • GROSVENOR, James B. M.. Mainframe Downsizing to Upsize your Business. New Jersey: Penhascos De Englewood, 1994.

  • HABERKORN, Ernesto. Teoria do ERP – Enterprise Resource Plannin. São Paulo: Makron Books, 1995.

  • HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: O breve Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • IANN, Octávio. Teorias da globalização. Belo Horizonte: Civilização Brasileira, 2003.
    LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação com Internet. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

  • LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2000.

  • LÉVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 2001.

  • MACLUHAN, Marshall e FIORE Quentin. Gerra e Paz na aldeia global. São Paulo: Record, 1971.

  • NILLES, Jack M. Fazendo do teletrabalho uma realidade: um guia para telegerentes e teletrabalhadores. São Paulo: Futura, 1997.

  • NILSSON, Nils. Artificial Intelligence. San Francisco: Morgan Kaufmann Publishers, Inc., 1998.

  • PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. São Paulo: Cortez, 1991.

  • REAOCH, Thomas F. Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades. Campinas: Komedi, 2005.

  • RIBEIRO, Gisele. Especial Apple 30 anos. Artigos Macpress. UOL.

  • SANTOS, Maria Irene Ramalho de Souza. A Globalização e as Ciências Sociais. São Paulo: Cortez. 2002.

  • SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. A nova concepção de trabalho. Jornal A Razão, Santa Maria, Artigo, p. 1. Edição de 01/05/2003.

  • SROUR, Henry Robert. Ética empresarial: a gestão da reputação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

  • TRAMONTINA, Gregório Baggio e ATTROT, Wesley. Evolução dos Processadores. IC UNICAMP, 2006. > Acesso em: 19 de Nov. 2006.

Os cientistas da Vilesoft

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Estes são os #cientistas da Vilesoft unidade de Minas Gerais que produzem os melhores softwares e soluções de tecnologia da mundo.

Os caras são #loucos para lhes ver #satisfeitos com as melhores #tecnologias#inteligentes para seu dia ficar #maisfácil e #maisalegre

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

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Bigdata, Business Intelligence, ERP, CRM e T.I. na PME

Redes sociais e Software de Gestão na PME – Pequena e média empresa.

Evandro Araujo do Programa Espaço Aberto da TV Candidés, entrevista Roger Maia, CEO da Vilesoft e especialista em tecnologia da informação e gestão empresarial.

Roger explica sobre a importância e também o perigo das redes sociais, sua aplicação nos negócios e como torná-las aliadas a rentabilidade do seu negócio.

Roger Maia também explica numa linguagem fácil, o que é ERP – software de gestão empresarial, Bigdata, CRM e mais outras “sopinhas de letras” que os empreendedores ouvem todos os dias e ficam perdidos.

Além de mostrar a necessidade de automação métodos e processos na PME – Pequena e Média Empresa no Brasil, para que sejam sustentáveis e perpetuem com crescimento contínuo.

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Software de Gestão Empresarial ERP com Roger Maia

Entrevista de Roger Maia, CEO da Vilesoft ao Programa Plano de Negócio.

Programa Plano de Negócio com Daniel Schnaider

Em um mundo de alta competitividade, temos que estar com os relatórios certos nas horas certas, com sistemas de gestão bem configurados e procedimentos bem definidos. Para isso precisamos de um sistema de ERP (Enterprise Resource Planning).

Saiba como funciona uma empresa que produz softwares e está no mercado há mais de 30 anos.

Florianópolis Santa Catarina: a cidade da Tecnologia da Informação

Floripa: a cidade da Tecnologia da Informação

Fomos a trabalho a Florianópolis – SC para claro, tratar de assuntos que mais se fala e gera na cidade: Tecnologia da Informação.

Além do turismo, belas praias e um povo muito alegre e acolhedor, Floripa como carinhosamente é conhecida, respira tecnologia que é exportada para o mundo todo.

Mesmo sem sol neste dia, acredito que você vai gostar deste vídeo pequeno, incluindo imagens panorâmicas, mostrando o centro da cidade, as vias de acessos e pontos por onde trafegamos.

Para você também se apaixonar por esta cidade. Eu apaixonei!

E você já conhece esta cidade maravilhosa? Conte para nós.

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