Quer fazer o Brasil crescer? Conheça a Regna Ventures

Seja um investidor

A REGNA-Ventures é mais do que uma experiência com startups, é uma associação que surgiu da inspiração em auxiliar empreendedores que sofrem com a falta de investimentos em suas ideias e startups em fases pré-operacionais e por meio da força do conhecimento em inovação das empresas que apoiamos, oferecemos diversas opções de investimento em startups e projetos para investidores que buscam resultados consistentes e que apreciam os investimentos  naquilo que é novo, pensado no futuro, com possibilidades de alto impacto. Venha construir o novo com a gente.

Além de contribuir com seus investimentos, ele contribui com mentorias e contrapartidas que promovem o ecossistema local viabilizando oportunidades de geração de empregos e riqueza para a sua região.

Ao participar como investidor você ganha:

• Oportunidade de conhecimento de tendências de tecnologia e inovação

• Ampliação do seu networking

• Aprendizado sobre negócios

Ao fazer parte da Regna-Ventures como investidor você será entrevistado e avaliado e a partir de então poderá participar das rodadas de investimento, shark tanks e eventos que a Regna-Ventures promove e acompanhar de perto os empreendedores, conforme sua disponibilidade e da maneira como preferir.

Os investidores associados à Regna Ventures devem ser:

– Empresários

– Empreendedores que já tiveram negócios que não deram certo ou “quebraram”

– Líderes que trabalharam em cargos de gestão com ao menos 10 (dez) anos de experiência em gestão de projetos, negócios e equipes;

– Disponibilidade de realizar aportes mensais.

Para ser um Investidor, cadastre-se aqui que entraremos em contato.

EXPECTATIVA x REALIDADE – STARTUP NA PRÁTICA

STARTUP NA PRÁTICA

startup na prática para um público Fantástico, composto pelos novos engenheiros dos cursos de engenharias da UEMG – Universidade Estadual de Minas Gerais.

Uma turma grande que me ouviu de forma atenta e participativa por quase 2 HORAS. Muito show estes novos #cientistas.

QUAL O PROPÓSITO DO SEU TRABALHO? TRANSDESK E O SETOR DE TRANSPORTES

NA PONTA DO LÁPIS! Se você não tem controle de custos e receitas você não sabe para onde vai e corre sérios riscos de sustentação.

SE O CAMINHÃO PÁRA, O BRASIL PÁRA!

Para alcançarmos êxito em nossas atividades é importante entender bem qual o nosso propósito, o que nos move a cada manhã, a cada segunda feira.

Veja este vídeo do Diretor da Transdesk e entenda bem o que é ter propósito.

Se inscreva e receba gratuitamente dicas, eBooks e informações para o sucesso no seu negócio!

Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

Empreendedor ou dono de empresa? 

Empreendedor ou dono de empresa?

Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, será rápido no diagnóstico: “isto é uma coisa caótica” Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Louco Demais?

Ser empreendedor tem se tornado um modismo, como se tudo fosse mar de rosas, a tal ponto de ser slogan de muitas entidades. Mas ser empreendedor significa também ser empresário. E isto dá trabalho e bem longe dos holofotes da mídia e nas noites e preocupações de incertezas e riscos constantes. Ainda mais em países com política, economia e uma legislação fiscal complicada, complexa e efêmera como a do Brasil. Isto muitas vezes gera somente donos de empresas e não empreendedores.

Empreender significa testar seus limites diariamente, se atualizar; administrar e lidar com quem sabe mais que você, em muitos assuntos. E o empresário que não entende isto e coloca em prática, se torna apenas “dono de empresa” E perde todas as oportunidades que a tecnologia e novos processos podem e geram para sua organização!

Os globos me põem de cabeça tonta. Quando consigo localizar um lugar, já trocaram as fronteiras”. (MCLUHAN e FIORE, 1971, p. 1).

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, UMA GRANDE ALIADA

Nestes novos tempos da pós-modernidade, da globalização, ou como muitos gostam de chamar de ‘contemporaneidade’, não, já mudou, agora é a geração X, Y, Z dos Millennials. É essencial utilizar os instrumentos de apoio como a tecnologia da informação como STAFF, para um empreendedor dar conta de tanta demanda que vem sobre ele. Ter bons sistemas de informações, não é mais ter diferencial, é obrigação de qualquer empresa que quer estar no mercado e continuar a ser um “player”.

Com a quantidade de dados, processos e comunicação, necessários para efetivar uma transação comercial, é impossível qualquer organização fazê-la com o sucesso desejado, sem o apoio adequado de um sistema de informação que tenha efetividade e um grande nível de acurácia.

De uma perspectiva antropológica, toda a criação humana é cultura. Compreende elas os bens materiais, as representações simbólicas, os conhecimentos, as crenças, os sistemas de valores, o conjunto de normas que orientam o comportamento humano e nutrem as expectativas de comportamento (PENTEADO, 1991, p. 11).

Portanto, administrar uma empresa é gerenciar comportamento, administrar a cultura, é a criação de mecanismos de gestão que incluem métodos e procedimentos já testados e implantados por outras organizações.

Neste processo cultural, onde o empresário tem que ser o líder, pois tudo parte dele, o que mais pode dificultar a disseminação da real necessidade da quebra do paradigma do fazer tudo isoladamente, como se fôssemos uma ilha, é exatamente a falta de atualização do empresário que precisa ser empreendedor e não só dono da empresa.

Um empresário desatualizado, pode ver e não acreditar nos novos métodos, nos novos processos que geram otimizações, reduzem custos e geram maiores receitas. E desta forma, ele pode tentar sem perceber, conduzir seus negócios como se fazia há vinte anos atrás, em que não havia a Internet comercial e a comunicação ainda se fazia pelos correios e telex. Muitos nem sabem o que é um telex, um fax e outros recursos que já foram inovação, também. Mas, passaram, evoluíram. E os métodos e processos também, passam, evoluem, todos os dias.

Uma grande parcela dos empresários, que são só donos de empresa, ainda medem os resultados de suas empresas pelo saldo do banco. E não sabem que o tempo é veloz e exige muito mais que resultados financeiros para manter uma empresa funcionando.

Há valores intangíveis da nova economia, que valorizam uma grande carteira de clientes e potencial à geração de receitas imediatas; que valorizam as curtidas, os seguidores, e o quanto suas ações estão cotadas na Bolsa, pelo número de acessos aos seus perfis e não pela geração de caixa!

Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Muito louco tudo isto!

As formas tradicionais de mensuração, não se encaixam mais, para determinar quanto valem estes novos ativos. E só o determinar o que são ou não ativos neste novo cenário, já é demasiado cansativo e difícil. É subjetivo. Mas custa, gera e tem valor financeiro. Muito esquisito não é?

OLHAR FORA DAS LENTES DE TAYLOR E FAYOL

É necessário, uma política de recursos humanos inovadora, um planejamento estratégico que inclui incertezas, sem ser fantasioso, mas, descolado das revisões rígidas e periódicas. Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, sugere uma coisa caótica.

Ser empreendedor é ter a coragem de esquecer horários e se dedicar às grandes variáveis que realmente variam de formas surpreendentes. É buscar a atualização em assuntos muitos transdisciplinares. Não dá para ser um especialista, um empreendedor precisa ser multi especialista. E para isto, só se cercando de vários especialistas e usar a sinergia para gerar coesão entre esta multiculturalidade de conhecimentos diversos e necessários aos negócios de hoje em dia.

NA PRÁTICA

Para não ficar filosófico demais, vamos a um exemplo simples que toda empresa passa: como distinguir a diferença entre otimização (redução) de custos e apenas cortar despesas? O que é cortável e não impactante nos negócios e o que não é? Responda rapidamente se der conta! Impossível, é necessário análises e projeções para fazer cortes cirúrgicos. É necessário envolver outras pessoas da empresa. Dá trabalho, não pode simplesmente dar uma ordem como dono de empresa e pronto. Entendeu?

GRANDES QUESTÕES DO DIA A DIA DO EMPREENDEDOR

Um empreendedor responde todos os dias no mínimo aos seguintes dilemas:

  1. O que é aresta no meu negócio e precisa ser cortado, “gordura”?

  2. O que é essencial para os negócios produzirem resultados?

  3. Como promover a inovação? O que fazer? Por onde começar? Até onde ir? Para onde e como ir?

ONDE BUSCAR E COMO OBTER CONHECIMENTO?

1 – Leia revistas e artigos de outros setores diferentes do seu. Tente apreender com os erros do outros. Como empresários damos muito foco no sucesso dos outros, da concorrência, dos gurus; e como nos ensinou Jack Ma, fundador do Alibaba e o homem mais rico da China; este é um dos grandes erros dos empresários.

É preciso conhecer e aprender com as histórias dos erros dos outros. Para que você não os cometa também. A história do sucesso é linda, é um mar de rosas, é dourada, é um conto de fadas; porque ela, na maioria das vezes, omite os erros e os percalços que estiveram por trás dos tombos e caídas, até chegar ao pódio.

2 – Participe de associações e organizações da sua classe empresarial. Vá as reuniões semanais, dedique tempo, seja ativo, participe, colabore, apoie e instrua os iniciantes, se ofereça para ajudar. Desta forma, sua proatividade irá trazer de volta em múltiplos toda sua colaboração. Você será respeitado e conhecido na sua comunidade. Assim nascem os grandes líderes, os formadores de opiniões e os líderes de mercados.

3 – Olhe a longo prazo. Não seja imediatista, não sangre o caixa de sua empresa, com retiradas pro-labores acima das reais posses dela. Pense que existem períodos de “vacas gordas e vacas magras” em qualquer segmento. E que o seu, não é exceção.

4 – Seja ético o tempo todo, não dê brechas para cobranças que lhe constranja futuramente, não acredite demais em histórias de consultores, peça provas e clientes de sucessos, se necessitar contratar seus serviços. Fale com clientes deles, não só ligue, vá la. Faça amizades com eles e descubra o que está contratando de verdade. Amarele para perguntar, para não se envermelhar de raiva depois.

5 – Não procrastine, não postergue decisões necessárias. Defina um prazo para planejar, analisar e avaliar o que precisa ser feito. Crie cenários para estas decisões e tome uma decisão e fique firme nela, por melhor que as outras fossem.

6 Se for necessário desfazer de patrimônio, aja logo, não espere uma ferida sangrar mais que o necessário e se tornar uma hemorragia. Não tenha amor por aquilo que não é para ser amado. Ame pessoas, bens você compra de novo depois! Construa reservas, patrimônio, capital de giro. Você precisará disto, não duvide! Eles servem para isto mesmo, lhe socorrer rapidamente em épocas difíceis. E todos passam por elas!

7 – Pare de reclamar da crise, do governo, do mercado, do dólar, da alta do petróleo, do sindicato, dos colaboradores, dos órgãos de defesa do meio ambiente e até da falta de sorte; como se sorte fosse um ingrediente essencial do processo de gestão empresarial. Acredite em Deus, na sua equipe e no seu trabalho, suba um degrau todo dia, porque no final do ano serão mais de 300 degraus e você conseguirá ver melhor lá de cima, para agir certeiramente, como uma águia faz.

CONCLUSÃO

O empresário que não se atualiza e para isto, é impossível não ler pelo menos um bom livro com conteúdo atual por mês, perde o bonde do negócio e fica na idade média.

Passa a aguardar o féretro de seus próprios projetos, de sua empresa, vivendo apenas como “dono da empresa”, ou ainda limitando-se a explorar os nichos de baixos rendimentos que vêm a reboque da concorrência, que dita para onde ir ou não, como proceder e até quanto pode ter de rendimento, seja ele financeiro, realização pessoal ou de construção de sua parte na sociedade.

No nosso canal Talentos & Desafios na plataforma Youtube, temos vários vídeos e entrevistas com empreendedores no Brasil e no exterior, discutindo e ensinando mais sobre empreendedorismo, startup e qualidade de vida, que deve ser nosso foco de tudo isto. Você é nosso convidado a se inscrever e participar conosco!

Pense nisto e sucessos!

Roger Maia é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação, desde 2005 e também é membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • ALBERTI, Raquel Lorensini; SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. Revista do CCEI – Centro de Ciências da Economia e Informática – EDIURCAMP. Bagé. v. 8, n. 13, p. 108-116, 2004.

  • ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração da Informática. Funções e fatores críticos de sucesso. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

  • BAUMAN, Zygmunt. Globalização as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

  • CORRÊA, Henrique L. Planejamento e controle da produção: MRP II/ERP: conceitos, uso e implantação, quarta edição. São Paulo: Atlas, 2001.

  • FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Uma Introdução à Engenharia do Conhecimento. Florianópolis, UFSC, 2000.

  • GATES, Bill. A Estrada do Futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • GONÇALVES, Baulmann, Prado e Canuto. Globalização e desnacionalização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

  • GROSVENOR, James B. M.. Mainframe Downsizing to Upsize your Business. New Jersey: Penhascos De Englewood, 1994.

  • HABERKORN, Ernesto. Teoria do ERP – Enterprise Resource Plannin. São Paulo: Makron Books, 1995.

  • HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: O breve Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • IANN, Octávio. Teorias da globalização. Belo Horizonte: Civilização Brasileira, 2003.
    LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação com Internet. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

  • LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2000.

  • LÉVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 2001.

  • MACLUHAN, Marshall e FIORE Quentin. Gerra e Paz na aldeia global. São Paulo: Record, 1971.

  • NILLES, Jack M. Fazendo do teletrabalho uma realidade: um guia para telegerentes e teletrabalhadores. São Paulo: Futura, 1997.

  • NILSSON, Nils. Artificial Intelligence. San Francisco: Morgan Kaufmann Publishers, Inc., 1998.

  • PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. São Paulo: Cortez, 1991.

  • REAOCH, Thomas F. Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades. Campinas: Komedi, 2005.

  • RIBEIRO, Gisele. Especial Apple 30 anos. Artigos Macpress. UOL.

  • SANTOS, Maria Irene Ramalho de Souza. A Globalização e as Ciências Sociais. São Paulo: Cortez. 2002.

  • SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. A nova concepção de trabalho. Jornal A Razão, Santa Maria, Artigo, p. 1. Edição de 01/05/2003.

  • SROUR, Henry Robert. Ética empresarial: a gestão da reputação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

  • TRAMONTINA, Gregório Baggio e ATTROT, Wesley. Evolução dos Processadores. IC UNICAMP, 2006. > Acesso em: 19 de Nov. 2006.

Startup para mentes criativas

#startup na cabeça e #simpatia no agir, uma turna show desta 6a feira na palestra sobre startup para mentes criativas na @faced.moda
Uma moçada cheia de gás para empreender

Workshop Startups na FACED – PRÁTICAS PARA MENTES CRIATIVAS

O que é startup?

Práticas para mentes criativas com o CEO da Vilesoft, Professor Roger Maia.

Este é nosso convite na Rede Globo para você participar conosco do Workshop de imersão sobre empreendedorismo, startups, pitch para mentes criativas.

Sexta-feira, 26 de outubro de 2018 as 19:15

Você é nosso convidado.

ENDEREÇO:

Praça do Mercado 191,
rua Três de Outubro 44,
Centro, Divinópolis MG
(37) 3512-2000

Como fazer um Pitch de Sucesso? How to make a Success Pitch?

Em português:

O que é um pitch?

Nos Pitchs que participo sempre me pedem. Então resolvi fazer um vídeo com os 10 pontos que mais me atento numa avaliação de #projetos para a Widjet Celera, investir:
#comofazer um #pitch de #sucesso ?

Saiba como fazer um pitch “matador”, de sucesso e que gere competição entre os investidores querendo investir em seu projeto.

Neste vídeo ele detalha os 10 itens que os investidores anjos e fundos de capital venture, prestam muita atenção para escolher em que negócios investir tempo e dinheiro.

1 – Qual problema está proposto resolver?
2 – Para qual mercado? Seu Tamanho? Qual o Público?
3 – Quais são os potenciais Clientes?
4 – Competição, concorrência, Diferenciais?
5 – Monetização? Qual a forma de Receita?
6 – Canais de Distribuição?
7 – Quando e como será MVP? (Produto Mínimo Viável)
8 – Como será o Roadmap? Como será divulgado?
9 – Equipe? Como será? Qual estrutura? Custo?
10 – Equity? Como o investidor será remunerado?

Se você quer saber o que é um pitch e como fazer um pitch de sucesso, não deixe de ver este vídeo.

Artigo publicado no portal Administradores

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Roger Maia é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela
UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft e Search Fund da Widjet Celera. Também é membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação, desde 2005

In English:

What is a pitch?

Learn how to make a successful pitch and generate competition among investors wanting to invest in your project.

Roger Maia is a Search Funds of Widjet Celera of the Vile Group. And it invests in startups and information technology businesses.

In this video he details the 10 items that angel investors and venture capital funds pay close attention to choosing in which business to invest time and money.

If you want to know what a pitch is and how to make a successful pitch, be sure to watch this video.

Patrocinadores / Sponsors:

Widjet Celera | Search Funds

Vilesoft | Software de Gestão Empresarial | Business Management software

 

Startups e Negócios Reais para implementar

Nesta 15ª Feira do Empreendedor da FACED, fui um dos avaliadores dos projetos apresentados.

E são Idéias fantásticas apresentadas pelos cursos de Administração , Ciências Contábeis e Moda da FACED.

Avaliamos os projetos e gravamos alguns deles para você ver conosco, a criatividade e força dos novos talentos que estão chegando ao mercado.

Você não pode perder estes projetos que os alunos da FACED prepararam e apresentaram para investidores e novos negócios.

Parabéns a todos os professores, dirigentes e aos brilhantes alunos que saíram da zona de conforto e trabalharam duro para trazer idéias simples, mas bem arquitetadas para serem implementadas na prática.

Os projetos focaram na originalidade, inovação, sustentabilidade econômica, social e ambiental; e na viabilidade de implantação no mercado e na comunidade.

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0800 012 5000

15a feira do Empreendedor da FACED

PARABÉNS FACED PELA
#Espetacular 15a Feira do #Empreendedor

Foi um #prazer #avaliar os #trabalhos destes #brilhantes #talentos da #Faced

Muitos #projetos de grande valor e de real #implementação

Designer de Moda com Cristiane Victer, Coordenadora do Curso de Moda da FACED

Quer investir no setor da moda?

Quer estudar e ser um profissional da moda?

Está em dúvida que profissão escolher?

Saiba se você tem perfil para este maravilhoso segmento que exige criatividade, mas apresenta opções muito variadas para diferentes profissionais dentro de um único setor: a MODA.

Entrevistamos Cristiane Victer, coordenadora do Curso de Moda da FACED.

E ela com todo seu conhecimento e simpatia, nos ensinou muito sobre este essencial setor do mercado, que todos estão envolvidos e são clientes.

Não só moda do vestuário, mas também do calçado, móveis como sofás, poltronas e até na indústria automobilística; que com o crescimento da base de clientes do sexo feminino, necessita de maior sofisticação nos acabamentos de bancos, tetos, portas e detalhes práticos, que são oriundos da moda.

“A moda está muito mais inserida no nosso meio, do que acreditamos”

Cristiane nos conta sua brilhante trajetória até se tornar especialista, professora e coordenadora do Curso de Moda na FACED.

Cristiane explica e navega por todos os nichos e variações do segmento da moda, com tanta naturalidade e esplendor, que faz do espectador um participante inclusivo, sem mesmo que ele entenda a fundo do setor; e de tal forma que não consegue ‘descolar’ a atenção até de detalhes do negócio MODA; que além de extenso e variado, fornece oportunidades fantástica para muitos tipos de dons, talentos e realizações.

Cristiane também conversou conosco sobre países que atualmente influenciam mais a moda, sobre as principais feiras do segmento como Milão, Première Vision Paris e a a grande importância da moda local em todo ponto do mundo.

Ela também nos ensina sobre os departamentos, setores e o funcionamento de todo processo de concepção e realização da moda, envolvendo a criação, modelagem, desenho, planejamento da coleção, fotografia da moda, brand e moda festa. Sempre focando na relação custo X benefício e na capacidade de perpetuação das criações produzidas, utilizando a prototipagem, engenharia de produção e gestão integrada em todos os ciclos da moda.

Cristiane ressalta a influência da moda na comunidade, na cultura e até no humor das pessoas. Também nos fala sobre a inserção do homem numa área que até pouco tempo atrás, era incorretamente rotulada como um setor fútil e exclusivamente para as mulheres.

“O sexo do indivíduo não pode ser um limitador da pessoa entrar num setor tão importante quanto a moda, que todo mundo usa”.

Durante toda nossa conversa, destaca a clareza da especialização e conhecimento de Cristiane na preocupação da moda também como negócio, preocupando com o produto, cores mas sempre focando na viabilidade da moda como produto, para sua sustentação. Cristiane deixa bem claro que:

“Trabalhar com moda, é trabalhar com arte, é trabalhar com cor, mas o produto tem que ser vendável”

Cristiane deixa dicas como a do portal carreirafashion.com.br sobre a remuneração média de cada profissional do setor da Moda. E também cita as profissões mais valorizadas e com maior demanda no momento, no setor da Moda. Além é claro das palavras abençoadas e animadoras para quem está entrando no setor da moda.

Cristine também nos afirma que a moda está sendo um dos poucos segmentos de mercado, onde há falta de mão de obra. E há boa remuneração para dezenas de cargos. Incluindo grandes oportunidades para empreendedores que abastecem toda a cadeia de criação, gestão, produção, marketing e distribuição.

Se você é o quer entrar no segmento da moda, é lojista, vendedor, empresário ou profissional do setor, você não pode deixar de assistir a este vídeo.

A palavra-chave para o sucesso, segundo Cristiane é:

“Faça o que você gosta!”

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vilesoft.com

0800 012 5000

Contatos da FACED

www.faced.br

Praça do Mercado 191, rua Três de Outubro 44, Centro

Divinópolis MG CEP: 35500-048

(37) 3512-2000