EU CONHEÇO SUAS DORES NA PRÁTICA!

Que ferramentas devemos usar em nossas empresas?

Quais dão mais resultados?

Já observou que nada mais é duradouro?

Os empresários começam as coisas entusiasmados, com resultados; e logo outras “novidades” desviam seu foco e eles param de fazer o que estava dando certo, para se aventurarem em algo que ainda nem testado foi, está só na “conversa”, na promessa, nos “papos” de “empreendedores de palco”.

Isto tem gerado os grandes problemas que temos hoje nas nossas empresas e a “lorota” dos “empreendedores de palco“.

Neste vídeo lhe convido a saber mais sobre a simplicidade e aplicar o que realmente pode transformar uma empresa em 90 dias!

Não se esqueça: NUNCA DESISTA DOS SEUS SONHOS

 

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

FLUXO DE CAIXA – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #21 de 28

FLUXO DE CAIXA

Esta é a Sacada Digital #21: este vídeo é parte da série de 28 SACADAS DIGITAIS PARA VOCÊ, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste vigésimo primeiro dia desta maratona, Josué Michel especialista em Tecnologia da Informação, Gestão Empresarial e também com muita experiência adquirida como gerente de suporte técnico da Vilesoft, fala para gente sobre a importância do Fluxo de Caixa nas empresas e também para qualquer pessoa gerenciar sua vida financeira.

Vale a pena aprender com que sabe!

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

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DASHBOARD – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #15 de 28

DASHBOARD – PAINEL DE CONTROLE

 

Esta é a Sacada Digital #15: este vídeo é parte da série de 28 SACADAS DIGITAIS PARA VOCÊ, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste décimo quinto dia desta maratona, GABRIEL MENDONÇA, nosso velho conhecido do canal, especialista em Software de Gestão Empresarail – ERP e consultor comercial da Vilesoft, nos ensina sobre o que é e a importância do DASHBOARD ou Painel de Controle.

Dashboard, Painel de Controle ou Painéis de negócios, fornecem visões instantâneas dos principais indicadores de desempenho (KPIs) relevantes do negócio empresarial.

O “painel” geralmente é exibido na página da Web vinculada a um banco de dados que permite que o relatório seja atualizado constantemente. Por exemplo, o painel de controle de produção pode mostrar números relacionados à produtividade, como número de peças fabricadas ou número de inspeções de qualidade com falha por hora.

Da mesma forma, um painel de recursos humanos pode mostrar números relacionados ao recrutamento, retenção e composição da equipe, por exemplo, número de posições abertas ou dias médios ou custo por recrutamento.

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ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

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DRE DEMONSTRATIVO DE RESULTADOS DO EXERCÍCIO – MARATONA SACADA DIGITAL EM 3 MINUTOS – Dia #5 de 28

DRE – Demonstrativo de Resultados do Exércicio

Software de Gestão Empresarial – ERP

Sacada Digital #5: é uma série de 28 sacadas digitais para você, uma por dia durante todo o mês de fevereiro. Vídeo de 3 minutos cravados, respeitando seu tempo escasso.

Hoje neste quinto dia desta maratona, Flávio Henrique especialista em T.I. e Diretor de Tecnologia da Vilesoft, nos ensina sobre  ERP que é a sigla para Enterprise Resource Planning ou Software de Gestão Empresarial Integrado.

Flávio nos ensina sobre acurácia e sua importância para se obter uma DRE realista e que espelhe corretamente os resultados da empresa. Também, dá dicas de não complicar com plano de contas detalhado demais, sem que a empresa tenha condições de alimentar os dados da operação tão detalhista assim.

Menos é Mais!

Comece com menos e vá expandindo! É melhor pouco inicial e crescer do que ter algo grande que não funciona.

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

EXPECTATIVAS EMPRESARIAIS FRUSTRADAS – EVITE-AS!

Dica de empreendedorismo muito importante: se liga

Evite os grandes problemas gerados pelas expectativas demasiadas ou mal definidas.

Seu fornecedor necessita entender com precisão o que você espera dele.

Esta é mais uma dica de empreendedorismo que você precisa ficar muito atento e ajudar sua equipe e sua empresa.

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Sobre ROGER MAIA

ROGER MAIA é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, especialista em Liderança e Desenvolvimento de Equipes pela IBMI de Berlin de Alemanha, Autor de livros sobre Administração e Tecnologia da Informação, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft, Especialista em Startup e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação desde 2005 e membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA.

E ajuda jovens empreendedores, empresas, empresários e novos talentos a construir solidamente seus negócios na prática do dia a dia.

Empreendedor ou dono de empresa? 

Empreendedor ou dono de empresa?

Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, será rápido no diagnóstico: “isto é uma coisa caótica” Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Louco Demais?

Ser empreendedor tem se tornado um modismo, como se tudo fosse mar de rosas, a tal ponto de ser slogan de muitas entidades. Mas ser empreendedor significa também ser empresário. E isto dá trabalho e bem longe dos holofotes da mídia e nas noites e preocupações de incertezas e riscos constantes. Ainda mais em países com política, economia e uma legislação fiscal complicada, complexa e efêmera como a do Brasil. Isto muitas vezes gera somente donos de empresas e não empreendedores.

Empreender significa testar seus limites diariamente, se atualizar; administrar e lidar com quem sabe mais que você, em muitos assuntos. E o empresário que não entende isto e coloca em prática, se torna apenas “dono de empresa” E perde todas as oportunidades que a tecnologia e novos processos podem e geram para sua organização!

Os globos me põem de cabeça tonta. Quando consigo localizar um lugar, já trocaram as fronteiras”. (MCLUHAN e FIORE, 1971, p. 1).

TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO, UMA GRANDE ALIADA

Nestes novos tempos da pós-modernidade, da globalização, ou como muitos gostam de chamar de ‘contemporaneidade’, não, já mudou, agora é a geração X, Y, Z dos Millennials. É essencial utilizar os instrumentos de apoio como a tecnologia da informação como STAFF, para um empreendedor dar conta de tanta demanda que vem sobre ele. Ter bons sistemas de informações, não é mais ter diferencial, é obrigação de qualquer empresa que quer estar no mercado e continuar a ser um “player”.

Com a quantidade de dados, processos e comunicação, necessários para efetivar uma transação comercial, é impossível qualquer organização fazê-la com o sucesso desejado, sem o apoio adequado de um sistema de informação que tenha efetividade e um grande nível de acurácia.

De uma perspectiva antropológica, toda a criação humana é cultura. Compreende elas os bens materiais, as representações simbólicas, os conhecimentos, as crenças, os sistemas de valores, o conjunto de normas que orientam o comportamento humano e nutrem as expectativas de comportamento (PENTEADO, 1991, p. 11).

Portanto, administrar uma empresa é gerenciar comportamento, administrar a cultura, é a criação de mecanismos de gestão que incluem métodos e procedimentos já testados e implantados por outras organizações.

Neste processo cultural, onde o empresário tem que ser o líder, pois tudo parte dele, o que mais pode dificultar a disseminação da real necessidade da quebra do paradigma do fazer tudo isoladamente, como se fôssemos uma ilha, é exatamente a falta de atualização do empresário que precisa ser empreendedor e não só dono da empresa.

Um empresário desatualizado, pode ver e não acreditar nos novos métodos, nos novos processos que geram otimizações, reduzem custos e geram maiores receitas. E desta forma, ele pode tentar sem perceber, conduzir seus negócios como se fazia há vinte anos atrás, em que não havia a Internet comercial e a comunicação ainda se fazia pelos correios e telex. Muitos nem sabem o que é um telex, um fax e outros recursos que já foram inovação, também. Mas, passaram, evoluíram. E os métodos e processos também, passam, evoluem, todos os dias.

Uma grande parcela dos empresários, que são só donos de empresa, ainda medem os resultados de suas empresas pelo saldo do banco. E não sabem que o tempo é veloz e exige muito mais que resultados financeiros para manter uma empresa funcionando.

Há valores intangíveis da nova economia, que valorizam uma grande carteira de clientes e potencial à geração de receitas imediatas; que valorizam as curtidas, os seguidores, e o quanto suas ações estão cotadas na Bolsa, pelo número de acessos aos seus perfis e não pela geração de caixa!

Algo muito estranho matematicamente de computar e que exige um esforço fenomenal para valorizar. Pois é um capital esquisito, que antes era intelectual, se tornou capital tecnológico e agora é capital de engajamento. Muito louco tudo isto!

As formas tradicionais de mensuração, não se encaixam mais, para determinar quanto valem estes novos ativos. E só o determinar o que são ou não ativos neste novo cenário, já é demasiado cansativo e difícil. É subjetivo. Mas custa, gera e tem valor financeiro. Muito esquisito não é?

OLHAR FORA DAS LENTES DE TAYLOR E FAYOL

É necessário, uma política de recursos humanos inovadora, um planejamento estratégico que inclui incertezas, sem ser fantasioso, mas, descolado das revisões rígidas e periódicas. Uma estrutura operacional distribuída que envolve trabalho em casa, terceirizações, alianças com concorrentes e umas coisas muito esquisitas para o modelo tradicional. Para quem olha com as lentes da escola tradicional da administração Taylorista e Fayol, sugere uma coisa caótica.

Ser empreendedor é ter a coragem de esquecer horários e se dedicar às grandes variáveis que realmente variam de formas surpreendentes. É buscar a atualização em assuntos muitos transdisciplinares. Não dá para ser um especialista, um empreendedor precisa ser multi especialista. E para isto, só se cercando de vários especialistas e usar a sinergia para gerar coesão entre esta multiculturalidade de conhecimentos diversos e necessários aos negócios de hoje em dia.

NA PRÁTICA

Para não ficar filosófico demais, vamos a um exemplo simples que toda empresa passa: como distinguir a diferença entre otimização (redução) de custos e apenas cortar despesas? O que é cortável e não impactante nos negócios e o que não é? Responda rapidamente se der conta! Impossível, é necessário análises e projeções para fazer cortes cirúrgicos. É necessário envolver outras pessoas da empresa. Dá trabalho, não pode simplesmente dar uma ordem como dono de empresa e pronto. Entendeu?

GRANDES QUESTÕES DO DIA A DIA DO EMPREENDEDOR

Um empreendedor responde todos os dias no mínimo aos seguintes dilemas:

  1. O que é aresta no meu negócio e precisa ser cortado, “gordura”?

  2. O que é essencial para os negócios produzirem resultados?

  3. Como promover a inovação? O que fazer? Por onde começar? Até onde ir? Para onde e como ir?

ONDE BUSCAR E COMO OBTER CONHECIMENTO?

1 – Leia revistas e artigos de outros setores diferentes do seu. Tente apreender com os erros do outros. Como empresários damos muito foco no sucesso dos outros, da concorrência, dos gurus; e como nos ensinou Jack Ma, fundador do Alibaba e o homem mais rico da China; este é um dos grandes erros dos empresários.

É preciso conhecer e aprender com as histórias dos erros dos outros. Para que você não os cometa também. A história do sucesso é linda, é um mar de rosas, é dourada, é um conto de fadas; porque ela, na maioria das vezes, omite os erros e os percalços que estiveram por trás dos tombos e caídas, até chegar ao pódio.

2 – Participe de associações e organizações da sua classe empresarial. Vá as reuniões semanais, dedique tempo, seja ativo, participe, colabore, apoie e instrua os iniciantes, se ofereça para ajudar. Desta forma, sua proatividade irá trazer de volta em múltiplos toda sua colaboração. Você será respeitado e conhecido na sua comunidade. Assim nascem os grandes líderes, os formadores de opiniões e os líderes de mercados.

3 – Olhe a longo prazo. Não seja imediatista, não sangre o caixa de sua empresa, com retiradas pro-labores acima das reais posses dela. Pense que existem períodos de “vacas gordas e vacas magras” em qualquer segmento. E que o seu, não é exceção.

4 – Seja ético o tempo todo, não dê brechas para cobranças que lhe constranja futuramente, não acredite demais em histórias de consultores, peça provas e clientes de sucessos, se necessitar contratar seus serviços. Fale com clientes deles, não só ligue, vá la. Faça amizades com eles e descubra o que está contratando de verdade. Amarele para perguntar, para não se envermelhar de raiva depois.

5 – Não procrastine, não postergue decisões necessárias. Defina um prazo para planejar, analisar e avaliar o que precisa ser feito. Crie cenários para estas decisões e tome uma decisão e fique firme nela, por melhor que as outras fossem.

6 Se for necessário desfazer de patrimônio, aja logo, não espere uma ferida sangrar mais que o necessário e se tornar uma hemorragia. Não tenha amor por aquilo que não é para ser amado. Ame pessoas, bens você compra de novo depois! Construa reservas, patrimônio, capital de giro. Você precisará disto, não duvide! Eles servem para isto mesmo, lhe socorrer rapidamente em épocas difíceis. E todos passam por elas!

7 – Pare de reclamar da crise, do governo, do mercado, do dólar, da alta do petróleo, do sindicato, dos colaboradores, dos órgãos de defesa do meio ambiente e até da falta de sorte; como se sorte fosse um ingrediente essencial do processo de gestão empresarial. Acredite em Deus, na sua equipe e no seu trabalho, suba um degrau todo dia, porque no final do ano serão mais de 300 degraus e você conseguirá ver melhor lá de cima, para agir certeiramente, como uma águia faz.

CONCLUSÃO

O empresário que não se atualiza e para isto, é impossível não ler pelo menos um bom livro com conteúdo atual por mês, perde o bonde do negócio e fica na idade média.

Passa a aguardar o féretro de seus próprios projetos, de sua empresa, vivendo apenas como “dono da empresa”, ou ainda limitando-se a explorar os nichos de baixos rendimentos que vêm a reboque da concorrência, que dita para onde ir ou não, como proceder e até quanto pode ter de rendimento, seja ele financeiro, realização pessoal ou de construção de sua parte na sociedade.

No nosso canal Talentos & Desafios na plataforma Youtube, temos vários vídeos e entrevistas com empreendedores no Brasil e no exterior, discutindo e ensinando mais sobre empreendedorismo, startup e qualidade de vida, que deve ser nosso foco de tudo isto. Você é nosso convidado a se inscrever e participar conosco!

Pense nisto e sucessos!

Roger Maia é Mestre em Educação pela UEMG, Especialista em Sistemas de Informação pela UFMG, MBA em Gestão Empresarial pela FACED e graduado em Ciências pela FUOM, Professor universitário e de pós graduação, CEO da Vilesoft e Search Fund da Widjet Celera. É membro efetivo da SBC – Sociedade Brasileira de Computação, desde 2005 e também é membro do IEEE – Institute of Electrical and Electronics Engineers of USA

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • ALBERTI, Raquel Lorensini; SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. Revista do CCEI – Centro de Ciências da Economia e Informática – EDIURCAMP. Bagé. v. 8, n. 13, p. 108-116, 2004.

  • ALBERTIN, Alberto Luiz. Administração da Informática. Funções e fatores críticos de sucesso. 4. Ed. São Paulo: Atlas, 2002.

  • BAUMAN, Zygmunt. Globalização as conseqüências humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 1998.

  • CORRÊA, Henrique L. Planejamento e controle da produção: MRP II/ERP: conceitos, uso e implantação, quarta edição. São Paulo: Atlas, 2001.

  • FIALHO, Francisco Antônio Pereira. Uma Introdução à Engenharia do Conhecimento. Florianópolis, UFSC, 2000.

  • GATES, Bill. A Estrada do Futuro. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • GONÇALVES, Baulmann, Prado e Canuto. Globalização e desnacionalização. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1998.

  • GROSVENOR, James B. M.. Mainframe Downsizing to Upsize your Business. New Jersey: Penhascos De Englewood, 1994.

  • HABERKORN, Ernesto. Teoria do ERP – Enterprise Resource Plannin. São Paulo: Makron Books, 1995.

  • HOBSBAWN, Eric. Era dos Extremos: O breve Século XX. São Paulo: Companhia das Letras, 1995.

  • IANN, Octávio. Teorias da globalização. Belo Horizonte: Civilização Brasileira, 2003.
    LAUDON, Kenneth C. e LAUDON, Jane Price. Sistemas de Informação com Internet. Rio de Janeiro: LTC, 1999.

  • LÉVY, Pierre. Cibercultura. São Paulo: Editora 34, 2000.

  • LÉVY, Pierre. O que é virtual? São Paulo: Editora 34, 2001.

  • MACLUHAN, Marshall e FIORE Quentin. Gerra e Paz na aldeia global. São Paulo: Record, 1971.

  • NILLES, Jack M. Fazendo do teletrabalho uma realidade: um guia para telegerentes e teletrabalhadores. São Paulo: Futura, 1997.

  • NILSSON, Nils. Artificial Intelligence. San Francisco: Morgan Kaufmann Publishers, Inc., 1998.

  • PENTEADO, Heloisa Dupas. Televisão e escola: conflito ou cooperação?. São Paulo: Cortez, 1991.

  • REAOCH, Thomas F. Seja executivo e não executado! Planejamento profissional e pessoal em todas as idades. Campinas: Komedi, 2005.

  • RIBEIRO, Gisele. Especial Apple 30 anos. Artigos Macpress. UOL.

  • SANTOS, Maria Irene Ramalho de Souza. A Globalização e as Ciências Sociais. São Paulo: Cortez. 2002.

  • SIQUEIRA, Holgonsi Soares Gonçalves. A nova concepção de trabalho. Jornal A Razão, Santa Maria, Artigo, p. 1. Edição de 01/05/2003.

  • SROUR, Henry Robert. Ética empresarial: a gestão da reputação. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.

  • TRAMONTINA, Gregório Baggio e ATTROT, Wesley. Evolução dos Processadores. IC UNICAMP, 2006. > Acesso em: 19 de Nov. 2006.

Planejamento Estratégico com Dalmo Ferrari

Planejamento Estratégico – Curto Prazo x Longo Prazo

Entrevista com  Dalmo Ferrari, Diretor de Operações do Grupo Transdesk do Paraná. Que nos ensina sobre Planejamento estratégico.

Dalmo Ferrari, traz no currículo empresas como Sadia, Porto Paranaguá e também acumula experiências públicas de gestão e planejamento.

Você não pode deixar de aprender mais sobre o Planejamento a Curto Prazo, que quebra os paradigmas tradicionais de visões de longo prazo, que nunca se efetivam. Trazendo cenários reais e mais previsíveis com conjuntos de dados de até no máximo 3 anos futuros.

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Matriz BCG: Qual o ciclo de vida de seus produtos?

ANÁLISE DE PORTFÓLIO COM Matriz BCG: Qual o ciclo de vida de seus produtos?

A matriz BCG é uma importante ferramenta para você conhecer o ciclo de vida de seus produtos e se preparar para agir rápido quando eles mudam de fases. Desde sua concepção até seu declínio.

A matriz BCG permite que você faça uma análise de portfólio de seus produtos de forma sincera e que realmente faz diferença no seu negócio e no seu caixa flow.

Não deixe seus produtos a deriva, conheça a fase que cada um se encontra e por quanto tempo ainda estarão no mercado.

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Itens de controle na sua empresa. Passou de 6 virou novela!

Ser #empreendedor é fácil, difícil é ser #empresário! Aqui deixamos mais uma dica de como gerir seus negócios e ter controle da operação e dos resultados.

“Informação demais é informação de menos”

Já falamos sobre #pontodeequilibrio, #foco , #fluxodecaixa e várias outras #dicas que deixamos nos vídeos anteriores. Nossa dica de hoje é sobre quais itens de controle você como gestor empresarial precisa e deve ter.

Não importa se você  tem só você de funcionário, dez, cem, mil ou milhares de funcionários; informação demais acaba sendo informação de menos. Tenha o necessário, aquelas informações que realmente são os pilares do seu negócio.

Na prática, para qualquer empresário por mais capaz que seja, não consegue gerenciar e tornar útil, informações de mais que seis itens de controles. Passou disto, está além da capacidade de qualquer ser humano ser proativo. Se insistir, ele, o empresário, passará a ser somente um colecionador de dados, portador de ansiedade, cansaço e ter a constante sensação de que todos os outros empresários são sempre mais capaz do que ele.

Até “aquele menino da #startup nova” da revista que você leu.

Lembre-se, dados são voláteis e se deterioraram muito rápidos no ambiente corporativo. Ou você usa, ou vira entulho e registro de fatos, nunca como artefato para construção de cenários e opções de decisão no seu negócio.

Então, seja #eficaz, #eficiente e #efetivo:

selecione no máximo 6 itens que você deverá controlar e agir com precisão cirúrgica como empresário.

E é óbvio que você precisará delegar mais 6 itens para a gerência abaixo e sucessivamente e hierarquicamente, até que os principais indicadores do negócio estejam todos gerenciados e na #pontadalingua.

Espaço para oportunidades

Ainda sugerimos mais, tenha somente cinco itens de gestão, deixe um #gap para um sexto e #esporádico; que sempre aparece e carece de sua atenção. E que este esporádico, possa entrar na sua agenda, ser administrado e delegado a um nível abaixo de você, rapidamente, para que haja espaço para um outro que se revelar mais importante no seu #corebusiness.

Siga esta dica e seu negócio e/ou sua administração sairá do #marasmo, e você de #férias tranquilas, que eu sei, que há muito não tem visto sua “cara”.

Grande abraço e acorde! #AVidaPassaRápidoDemais!

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Contabilidade e Gestão Empresarial com Luciana Oliveira e Reinaldo Pereira da UNICON Serviços Contábeis

A entrevista do Canal Talentos & Desafios de hoje, foi com Reinaldo Pereira e Luciana Oliveira, que são contabilistas, sócios e empreendedores no setor de serviços contábeis e gestão empresarial, da cidade de Betim-MG, coladinha à Capital do Estado, Belo Horizonte.

Reinaldo e Luciana, nos contam sobre suas trajetórias, que são muito interessantes e que incluem, como para todo empreendedor, dificuldades, curiosidades e o abraçar das oportunidades que surgiram em forma de desafios.

Reinado Pereira, que cursou Ciências Contábeis, iniciou como transportador de uma VAN para levar e trazer os alunos da cidade de Betim até Itaúna, para a Universidade de Itaúna, onde se formou. Quando, pode então, deixar a Van e o serviço de transportes de alunos e se dedicar ao negócio de serviços contábeis. Só não esperava, que o negócio fosse crescer tanto, como é a UNICON, atualmente.

Luciana Oliveira, que também é formada em Ciências Contábeis, atualmente professora e sócio de Reinaldo Pereira, iniciou sua carreira na Contabilidade como estagiária de Reinaldo. Chegando a sócia e junto com Reinaldo, a mentora da UNICON GT SERVIÇOS CONTÁBEIS em Betim-MG, ao lado da Fábrica da FIAT Automóveis. Um dos maiores polos industriais do Estado e do país. E o coração da rede de fornecedor e empresas que abastecem esta indústria automobilística, que é uma das maiores do mundo. E logicamente, são os clientes da UNICON.

Reinaldo Pereira também é empreendedor em uma loja de bicicletas e seus acessórios, a EQUIPE BIKE; foi também campeão mineiro de judo, com faixa verde; e nas horas de laser é um excelente ciclista de Mountain Bike. Sobre sua profissão e seu negócio ele afirma:

“Tão como a Pessoa Física necessita de um médico, assim uma Pessoa Jurídica necessita de um contador. Portanto, é a profissão do presente e do futuro”.

Luciana e Reinaldo, dão dicas e sugestões para quem começa agora, a carreira, como conseguir os primeiros clientes, que tipo de serviço uma contabilidade presta aos seus clientes, diferenciais e oportunidades que o empreendedor iniciante, necessita se atentar.

Para os empresários, eles sinalizam com o caminho que devem percorrer em suas empresas, para que ela nasça, cresça e perpetue com solidez.

E claro, eles deixam aquela palavra de incentivo e coordenadas para as intempéries do empreendimento e do empreendedor.

“Você faria tudo de novo?”

Você conhecerá como é empreender e trabalhar no setor de serviços contábeis e gestão empresarial. O rigor da agenda, compromissos e também os benefícios em poder navegar com segurança em outros negócios, que também exigem uma gestão fina e eficiente, como qualquer negócio que se pretenda abrir.

Está pensando em trocar de profissão? Gosta de números, legislação, controle, lidar com empreendedores e os que fazem este país se mover a cada novo dia? Então, você tem que ver este vídeo.

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Informações para contato com a UNICON

http://uniconbetim.com.br/

Av.Ednéia Lazzarotti, 3816, Primeiro Andar, Ingá

Betim – MG 32.671-602

Telefones: (31) 3531-4711 3531-1834

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