EUA – Internacionalizando o seu negócio!

Estados Unidos na prática – Internacionalizando o seu negócio!

O sonho de ter uma empresa e um negócio global permeia qualquer mente empreendedora. Mas, como empreendedor não vive de sonho, o que fazer para concretizar este sonho?

Há vários anos, o correto é dizer algumas décadas, abri a Vilesoft. Uma empresa de software de gestão empresarial, aqui no Brasil. E por ser de tecnologia, automaticamente o linkcom os Estados Unidos foi plug and play. Isto mesmo! Já nasceu plugado a este país que volta e meia, senão a volta inteira, nos referimos a ele.

Isto, porque as grandes empresas que ditam os rumos da tecnologia nasceram ou têm seu QG por lá. Quem conhece o Silicon Valley na Califórnia e até mesmo a maravilhosa cidade de Austin no Texas, conhecida também como Hill Valley, sabe exatamente o que estou me referindo.

Mas, para quem não conhece, já ouviu falar muito sobre as empresas e todo o cenário prático de produção e inovação daqueles vales, colinas e cidades da tecnologia na América. Estamos falando de INTEL, Google, IBM, Facebook, Amazon e todas as outras gigantes da pós-modernidade.

Mas, iniciar os negócios por aquelas bandas, não é algo tão simples assim!

E o erro mais comum é o empresário brasileiro começar pelo fim. Ou seja, a primeira coisa que ele faz é criar e abrir (registrar) uma empresa nos EUA. Ele lê alguns artigos, vê alguns vídeos no Youtube, paga US$ 300 para um contador brasileiro que ouvir falar

e está nos EUA, para registrar a empresa, uma LLC, e se sente apto a iniciar as coisas por lá.

Chega a beira da inocência, acreditar que pelo fato de apenas ter uma empresa registrada nos EUA, algo que qualquer um faz daqui mesmo do Brasil, os negócios fluirão para o sucesso e já está encaminhado… agora é arrumar clientes!

Talvez você esteja rindo, ou acreditando que é protecionismo e coisa de brasileiros que já estão por lá e não querem que você vá. Mas, não! Abrir e registrar sua empresa nos EUA é uma das últimas coisas que você deve fazer em seu processo de internacionalização.

Por onde começar?

As primeiras coisas essenciais são:

  • entender como funciona os EUA
  • como se vende nos EUA
  • o que se vende nos EUA

Pergunte-se a si mesmo: porque uma empresa ou um cidadão americano iria querer comprar o seu produto ou serviço, no local de maior concorrência do mundo e de produtos de alta qualidade?

É inegável que os EUA também é o país de maiores oportunidades do mundo, mas se nivele aos concorrentes para ser de fato um player. E aí então, ao menos oferecer as mesmas condições, preços e ainda um plus, para romper as barreiras de entradas.

Fazer negócios nos EUA, não tem nada a ver com nossa forma de fazer negócios no Brasil. Por isto, você precisa, antes de abrir uma empresa ou se aventurar por aquelas terras, conhecer e ter certeza que conhece ou ao menos está preparado para aprender os caminhos de negociar nos EUA.

Sucesso no Brasil não é sinônimo de sucesso nos EUA

Muita gente acredita que tem ou pode levar um negócio muito bom do Brasil, rentável e lucrativo e que será fácil iniciar nos EUA. Como exemplos: empreendedores do segmento de açaí, tapioca, equipamentos de segurança com reconhecimento facial e outros produtos brasileiros que aqui, realmente são bons negócios; que acreditam que vão “rachar” de vender nos EUA.

E até podem dar certo, e dão de fato! Porém, se o dever de casa for feito. Entretanto, acreditar as cegas que o americano consome pão de queijo, açaí, tapioca como brasileiros, ou que será fácil criar este hábito por lá, é ingenuidade.

Pior é achar que negócios como um software e hardware criativo, de reconhecimento facial para proteger e ajudar na segurança, muito bem-feito, útil, prático e de grande sucesso no Brasil; terá mercado nos EUA. Onde a segurança é levada muito a sério e ninguém lá, fica preso dentro de casa como nós aqui no Brasil, com concertinas nos muros, grades nas janelas e tem que pagar segurança privada. Não há mercado para

isto lá, ao menos com o tamanho que justifique as pessoas contratar isto, por mais que seja essencial e revolucionário aqui no Brasil e um bom negócio por aqui!

Um grande detalhe que eu percebi nos EUA nas minhas visitas de preparação para internacionalizar a Vilesoft, é que a tecnologia é usada para beneficiar as pessoas. É de fato útil, por aqui não! Usamos como vitrine de loja ou para pretensiosamente exibir uma  visão de empresa hightech que parece mais parafernália eletrônica, ou eu tenho porque todos têm;  e da marca mais famosa, cara e só!

Qualquer iniciante em Marketing, sabe que tudo isto faz muita diferença quando você está preparando seu plano de negócios e de marketing para penetrar em novos mercados. Então, não creia em novela, tenha fatos e dados nas mãos.

Vender para brasileiros no EUA

E mais, cair na falácia que você vai para lá para vender para brasileiros na Flórida, pois, a comunidade brasileira lá é enorme! É verdade, é enorme, mas enorme o suficiente para consumir e manter seu produto e empresa nos EUA?

E se for para vender para brasileiros, aqui tem mais de 200 milhões deles e com oportunidades muito mais baratas para implantar seu negócio e você já conhece todo o funcionamento, regras e tributação. Não seria melhor expandir por terras brasileiras?

Mas você pode alegar que quer ir morar nos EUA, que acha as casas lá muito bonitas, que tem mais segurança, que as escolas são boas, que os carros são baratos e muito bonitos… e toda aquela lista que fico sem argumentos para lhe contradizer. Pois, outrossim, é a mesma lista que tenho. Então continue a ler este artigo, para entender o caminho para ir para os EUA de forma correta.

Margens apertadas, ganho de escala

Não é que não tem mercado para nossos produtos nos EUA, mas é necessário ver onde e como deverão ser introduzidos no mercado americano. E ter ao menos uma previsão de retorno.

E uma das coisas que me encanta nos EUA, é que há nichos que nós brasileiros somos muito bons e podemos ter sucesso com o que temos e sabemos fazer. E estes nichos apesar de ter margens pequenas em cada venda, têm consumo em massa, de volume mesmo; e que gera ganho de escala.

Mas, sua empresa precisa se perguntar e se preparar para ofertar a curto prazo, grandes volumes. Incluindo gerir todo o processo de produção, entrega, suporte e atendimento ao cliente de uma escala muito superior a que estamos acostumados no Brasil.

Visite e conheça

A primeira coisa que você deve fazer é ir nos EUA. Vá como turista com visto B1 ou como Business, com visto B2. Conhecer, fazer contatos, falar com as pessoas que já trilharam o caminho que você pretende percorrer.

Use sua rede de contatos, use a internet e marque visitas com eles. Alugue um carro e vá em várias cidades onde você pensa em estabelecer seus negócios. Conheça as rodovias, vá nos restaurantes, abasteça você mesmo o carro e fale com todos que puder.

Tenho certeza que você voltará com a cabeça muito mudada. Você perceberá que há vida, o sol brilha e que há qualidade depois da “cerca”, “fora da caverna”. E principalmente que você é muito mais capaz do que te dizem e você pensa de você mesmo.

E na prática te afirmo: todos que falei e conversei naquele país, me receberam tão bem e me contaram suas histórias, os “perrengues” que passaram, deram-me conselhos,

me indicaram parceiros e prestadores de serviços e se dispuseram a me ajudar de tal forma; que como bom mineiro que sou: fiquei desconfiado.

Mas, uma desconfiança desnecessária, foram sinceros e querem o sucesso de novos brasileiros empreendedores por lá, para reforçar a comunidade do Business Brasileiros e atuar juntos.

Então, vá, comece por aqui no Brasil. Se filie a APEX Brasil. Eles vão lhe dar caminhos e contatos de empresários que já estão nos EUA para lhe ajudar. E marque um visita na APEX em Miami. Eu fui tão bem recebido por lá, que até descartei muitos dos mitos que havia ouvido em palestras e assistido nos canais de Youtube.

Visto Americano

É necessário que você conheça as opções de vistos que se encaixa no seu perfil. Se informe, pague US$ 100 numa consulta via Skype com uma empresa de advocacia nos EUA que fala português com você e lhe mostre as melhores opções.

E há escritórios que nem lhe cobram por isto, se sentirem segurança na sua proposta. Eu falei por horas com vários escritórios dos EUA e em regiões diferentes. Eu fui lá nos escritórios deles e não paguei nem um centavo para falar com eles. Mas, se precisar, gaste 100 dólares para ter informação certa. É muito barato para você ter que gastar milhares depois. E ter que refazer de forma certa e se ainda for possível.

Conhecendo suas opções de vistos americano e existem várias, pois o EUA como qualquer país, também quer investimento e gerar empregos. E com todas as informações em mão, aí você esquece, deixe em stand-by o visto, que passa a ser

uma das últimas coisas neste momento.

A sua prioridade tem que ser gerar renda nos EUA, iniciar a operação com resultados e recebendo em dólar. Caso contrário, você dependerá de remessa do Brasil. E com o dólar nas alturas, por mais que seja sua disponibilidade mensal de remessa, chega uma hora, que não cobre os custos por lá. E suas remessas são tributadas aqui e lá.

Enfatizo isto, porque o que percebo, é que o foco inicial do empresário brasileiro que quer ir para os EUA, é deveras o Visto americano. Isto porque a quantidade de indicação de parentes, amigos, canais de Youtube, histórias e a disponibilidade de empresas de vistos, na internet é assustadora e gera confusão mesmo. Se proteja disto, fale com mais de um advogado e use sua experiência de empresário, para contratar o melhor e no momento certo.

A maioria dos empresários optam por um visto de investidor nos EUA, seja um visto EB5 com valor muito alto, acima de meio milhão de dólares, para colocar seu dinheiro no que chamam de REGIONAIS, empreendimentos que usarão seu dinheiro; ou visto L1, E1, etc, onde o processo exige um Business Plan.

Business Plan é essencial, mas quando ele está atrelado a um processo de visto, o foco que era no negócio, passa a ser a ter um plano de negócios que propicie a aprovação do visto e nem tanto o início real da operação nos EUA. E isto custará muito

caro para quem é imediatista e não percorre todos os passos para empreender nos EUA de forma correta.

Pesquisa de mercado: quem tem informação sempre terá poder (e mais dinheiro)

Sem pesquisa de mercado e análise de seu mix de produtos e serviços que se encaixem aos EUA, você correrá riscos astronômicos de até extinguir seu negócio sólido do Brasil.

Por insistir em descobrir na prática, você pode se dar muito mal e com custos estratosféricos; que vão minando seu caixa reserva, na base do conta-gotas. Mas, um conta-gotas que vai exigindo que você vá aumentando a bitola da saída do líquido (seu dinheirinho) aos poucos e quando se vê, o sonho se tornou pesadelo e passou do ponto de retroceder. Seja por vergonha de parentes, clientes e até por cansaço e frustração. Nestes casos, as consequências só Deus sabe!

Todo empresário sério que já está nos EUA tem muito prazer e disponibilidade em te receber, lhe mostrar onde errou, o que acertou, lhe indicar advogados, empresas de pesquisas e lhe mostrar por onde ir e até por onde não ir. Não subestime este item barato (no todo) e de extremo valor.

Então, para fixar bem mesmo: Invista em pesquisa de mercado antes de qualquer coisa nos EUA. Utilize a APEX, SOFTEX e outras entidades do governo de apoio a exportação no Brasil, para lhe ajudar a contratar este serviço nos EUA. Mas, use mais as indicações dos contatos que citamos acima, das visitas presenciais que você têm que fazer nos EUA, antes de qualquer coisa.

A pesquisa de mercado é o primeiro investimento que realmente você precisa fazer. Não considere que está gastando dinheiro com pesquisa de mercado. Creia que

realmente é o melhor investimento que você fará. Com uma boa pesquisa de mercado em mãos, será muito mais fácil fazer seu Business Plan e ele terá muito mais chances de sucessos.

“Não tenha pressa, os EUA não fugirão daqui”

Escutei esta frase em uma das visitas para conhecer os EUA, de um empresário muito sério naquele país, que já estava por lá há alguns anos e havia padecido muito, por não prestar atenção ou não conhecer as dicas que estou lhe dando aqui.

Guarde esta frase! Ela é luz contra a cegueira do nosso ego, que insiste em nos induzir a mudar rápido para os EUA e lá “dar um jeitinho”. Tenha paciência e não queime etapas da internacionalização de seu negócio, saiba onde está pisando e qual o tamanho do seu passo e sua capacidade! Os EUA não vão fugir de lá!

Dinheiro não aceita desaforo

Eu entendi bem isto, quando analisei a quantidade de empresários que se aventuraram pelos EUA sem levar a sério estas recomendações, que estou fazendo questão de enfatizar para você. Sendo até repetitivo. Eles acabaram voltando para o Brasil e muitos deles em situações financeiras penosas. E destruídos psicologicamente. Mas, isto não está na mídia ou nos canais de Youtube.

Não brinque com seu dinheiro! Não brique com sua vida e com você! Não deixe seu ego que está no coração, sobrepor a razão que está na sua cabeça, portanto, acima da emoção; e foi esta razão equilibrada, que lhe proporcionou sucesso até aqui no Brasil.

Não tome decisões e aja de forma precipitada que leve você a pegar atalhos. Isto é alimentar ego e em negócios isto suicídio, é só questão de tempo. Você sabe, que até mesmo aqui no Brasil, toda vez que você pegou atalhos, foi doce na boca, mas amargo no estômago a medida que o tempo foi se esvaecendo.

E se prepare com fatos e dados, os EUA é enorme mesmo! E poderá exigir que você

feche um território, concentre nele primeiro, para iniciar as atividades e só depois de dar certo, expandir para novas áreas. E saber qual é este território, poderá exigir mais de uma pesquisa de mercado, por região, área, produto ou serviço.

E seja sensato e não “dê murro em ponta de faca”: se as pesquisas disserem para você não ir, não vá! Até que você corrija e refaça nova pesquisa e esteja preparado e seguro.

Esta conversa de preguiçoso que “é melhor ser um desempregando em país de primeiro mundo do que um brasileiro”, é ditado do povo, e a voz do povo, NUNCA foi a voz de Deus. Não seja inocente. Domine sobre seus sentimentos.

Europa

E não deixe de incluir em seu portfólio de opções para iniciar suas operações fora do Brasil, outros países da EUROPA, como Portugal, por exemplo. É mais fácil pela língua portuguesa, costumes e com boas oportunidades para gente séria.

E o processo de visto é bem mais tranquilo, com menor investimento e com um custo de vida muito menor que os EUA.

Sem falar que a família se adaptará muito mais facilmente. A qualidade de vida lá tem nuances muito diferentes dos EUA e você talvez, encontre nas terras de Cabral, um bom lugar para morar, viver e empreender com menos desgaste e traumas.

Planejamento tributário

Que a carga tributária aqui é pesada, nem vamos gastar tempo neste assunto. Mas, acreditar que imposto nos EUA é muito barato é inocência. E lá não tem as benevolências dos REFIS em até 180 meses de financiamento de imposto em atraso. Nem sonhe com isto, você não vai gostar nem um pouquinho se sonegar ou deixar de pagar os impostos naquele país. A palavra seriedade lá significa mesmo ‘‘seriedade’’. Entenda isto de fato, ou procure outro país para empreender.

O segundo passo também essencial, é você contratar uma empresa que entenda a complicada legislação brasileira e ao mesmo tempo entenda a legislação tributária americana.

E que conheça também os ajustes de tributos de remessas do Brasil para os EUA e vice-versa, em detalhes. Caso contrário, em um ano no ajuste no Imposto de Renda por lá, sua surpresa vai ser muito desagradável financeiramente. E só ocorreu porque você não tomou as medidas certas, com o tipo de empresa a ser constituída lá e aqui no Brasil, bem como as transações entre elas.

Empresa e Família

“As empresas só existem porque têm nelas pessoas e delas são feitas”

Não perca o foco no nosso assunto, não tem nada de romantismo nesta frase! Se você não incluir um planejamento com todos envolvidos de sua família que irão com você ou ficarão no Brasil, os negócios nos EUA, podem até ser muito lucrativos, mas sua vida familiar vai para o lixo e nada vale mais que sua família, acredite nisto!

Muitos casais se separam, por falta de adaptação de uma das partes naquele país e voltam para o Brasil. Seja pelo clima frio ou quente, pela dificuldade do idioma, da

diferença da colunária, por saudades da família; e muito, muito mesmo pelo ócio em casa. Sendo que antes, aqui no Brasil, uma das partes, tinha uma vida profissional ativa e por seguir o conjugue em seu sonho, optou em parar sua carreira e caem em depressão ou grande tristeza.

Ore, ore muito, para Deus abrir as portas, apagar a parte do seu ego que lhe cega e que Deus também lhe dê forças para fazer três coisas que nós no Brasil fazemos muito “meia-boca”:

  1. Planejamento para tudo, principalmente a longo prazo, lá a estabilidade econômica e a moeda forte lhe proporciona isto
  2. Dar valor em moedinhas, pois, uma moeda de 25 cents vale muito, mais que R$ 1 brasileiro na data deste artigo, que estava a R$ 4,15 sem o IOF.
  3. Valorizar a mão de obra: Praticamente não há empregada doméstica nos EUA e você mesmo tem que fazer coisas que aqui você nem sonha ou nunca fez! As coisas lá tem preço, não digo barato, mas com bom custo x benefício (excelente qualidade e grande oferta), mas mão de obra para qualquer serviço, é cara!

Resumindo

Estas dicas e aprendizados que temos vivido, junto com as várias conversas com empresários brasileiros nos EUA, estão no nosso canal Talentos & Desafios no Youtube. O qual, além desta nossa epopeia da internacionalização da Vilesoft, tem também várias entrevistas com empreendedores do Brasil. Acompanhe a gente, se inscreva no canal, deixe seu like, “deslike” também. E participe com perguntas e comentários, nos ensine também. Será um prazer responder cada um que está lendo este artigo. E na medida que as coisas estão evoluindo, eu possa lhe contar mais do que tenho aprendido a duras penas, mas com um sorriso de um canto ao outro do rosto por sonhar e relacionar com a América.

Os EUA realmente é um país de oportunidades para gente séria, para quem gosta do que faz e não tem medo do trabalho duro! Um grande abraço e te espero no Youtube!

 

 

 

Bigdata, Business Intelligence, ERP, CRM e T.I. na PME

Redes sociais e Software de Gestão na PME – Pequena e média empresa.

Evandro Araujo do Programa Espaço Aberto da TV Candidés, entrevista Roger Maia, CEO da Vilesoft e especialista em tecnologia da informação e gestão empresarial.

Roger explica sobre a importância e também o perigo das redes sociais, sua aplicação nos negócios e como torná-las aliadas a rentabilidade do seu negócio.

Roger Maia também explica numa linguagem fácil, o que é ERP – software de gestão empresarial, Bigdata, CRM e mais outras “sopinhas de letras” que os empreendedores ouvem todos os dias e ficam perdidos.

Além de mostrar a necessidade de automação métodos e processos na PME – Pequena e Média Empresa no Brasil, para que sejam sustentáveis e perpetuem com crescimento contínuo.

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Procrastinação: acabe com ela, antes que ela acabe com você!

Procrastinação é o ato ou efeito de procrastinar; adiamento, demora, delonga.

E isto não quer dizer que você deva tomar decisões rápidas sem pensar. Não, não é isto!

Mas, há um limite de prazo que você tem para analisar, construir cenários, tomar a melhor decisão que acreditar e passar para a ação.

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Itens de controle na sua empresa. Passou de 6 virou novela!

Ser #empreendedor é fácil, difícil é ser #empresário! Aqui deixamos mais uma dica de como gerir seus negócios e ter controle da operação e dos resultados.

“Informação demais é informação de menos”

Já falamos sobre #pontodeequilibrio, #foco , #fluxodecaixa e várias outras #dicas que deixamos nos vídeos anteriores. Nossa dica de hoje é sobre quais itens de controle você como gestor empresarial precisa e deve ter.

Não importa se você  tem só você de funcionário, dez, cem, mil ou milhares de funcionários; informação demais acaba sendo informação de menos. Tenha o necessário, aquelas informações que realmente são os pilares do seu negócio.

Na prática, para qualquer empresário por mais capaz que seja, não consegue gerenciar e tornar útil, informações de mais que seis itens de controles. Passou disto, está além da capacidade de qualquer ser humano ser proativo. Se insistir, ele, o empresário, passará a ser somente um colecionador de dados, portador de ansiedade, cansaço e ter a constante sensação de que todos os outros empresários são sempre mais capaz do que ele.

Até “aquele menino da #startup nova” da revista que você leu.

Lembre-se, dados são voláteis e se deterioraram muito rápidos no ambiente corporativo. Ou você usa, ou vira entulho e registro de fatos, nunca como artefato para construção de cenários e opções de decisão no seu negócio.

Então, seja #eficaz, #eficiente e #efetivo:

selecione no máximo 6 itens que você deverá controlar e agir com precisão cirúrgica como empresário.

E é óbvio que você precisará delegar mais 6 itens para a gerência abaixo e sucessivamente e hierarquicamente, até que os principais indicadores do negócio estejam todos gerenciados e na #pontadalingua.

Espaço para oportunidades

Ainda sugerimos mais, tenha somente cinco itens de gestão, deixe um #gap para um sexto e #esporádico; que sempre aparece e carece de sua atenção. E que este esporádico, possa entrar na sua agenda, ser administrado e delegado a um nível abaixo de você, rapidamente, para que haja espaço para um outro que se revelar mais importante no seu #corebusiness.

Siga esta dica e seu negócio e/ou sua administração sairá do #marasmo, e você de #férias tranquilas, que eu sei, que há muito não tem visto sua “cara”.

Grande abraço e acorde! #AVidaPassaRápidoDemais!

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Ponto de Equilíbrio, sua empresa não sobreviverá sem este índice

O Ponto de Equilíbrio é o principal índice que você como empresário tem que estar de olho, para de fato poder agir. Sem ele você não governa sua empresa, ela que irá lhe governar e mal!

Chega de fórmulas mágicas e sopa de letrinhas para lhe explicar o que é PONTO DE EQUILÍBRIO. Aprenda sem rodeios e sem fórmulas complicadas o que é o PE – Ponto de Equilíbrio, implemente-o na sua empresa,  aja, tome as medidas necessárias com antecedência dos fatos, para que sua empresa seja lucrativa e perpetue pelos anos.

PE : Ponto de Equilíbrio = Faturamento / Custos

  • PE > 1 ==> Prejuízo
  • PE = 1 ==> Equilíbrio, nem prejuízo, nem lucro. Mas está estagnada, não cresce.
  • PE > 1 ==> Lucro, crescendo e poderá investir no futuro, garantindo sua perpetuação

#pontodeequilibrio #pe #lucro #foco #prejuizo #equilíbrio #indicadoresderesultados

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Veja também:

 

 

Tenha foco nos seus negócios!

Ser empresário é diferente de ser um investidor. Por isto, tenha foco nos seus negócios!

É muito importante ter foco nos negócios. Você pode e deve investir em outros negócios, mas faça isto em outros negócios que sejam complementares ao seu negócio principal.

O grande problema é que você só vai acreditar nisto, após “dar com os burros n’água”, mas insisto, veja o video de apenas 48 segundos, se inscreva no nosso canal e pense sobre isto!

 

Abra novos negócios verticais ao seu, ou negócios que abastecem ou distribuam seus negócios. Caso contrário, você perderá o foco principal, deixará de ver seu ‘core business’ e seu tempo que sempre é pouco, sera ainda menor para gerir os negócios diferentes.

Em três décadas, atuando no mercado qui na Vilesoft, matematicamente comprovamos que os empresários que mantiveram o foco em negócios correlatos, têm sustentabilidade, mais resultados, cresceram mais e conseguem perpetuar seus negócios ao longo do tempo, com menos esforços. E usufruem melhor dos rendimentos que seus negócios proporcionam; mais, dos que diversificaram demais seus negócios.

Acabaram fazendo um mix entre empresário e investidor. E isto é “suicídio empresarial”

Um investidor pode se dar ao luxo de ter negócios variados, pois o seu foco está em gerir os resultados de todos, usando uma mesma fórmula. Sendo praticamente uma holding apenas; portanto, um único negócio! Ao passo, que um empresário tem que “pegar o boi pelos chifres” e não é possível pegar muitos bois, você cansará rápido ou será “chifrado” por alguns deles. E com isto, será anulado e poderá cair e ser fatal para sua vida de empreendedor.

Pense nisto, tenha foco e excelente negócios para você.

Esta é mais uma dica de empreendedorismo do Canal Talentos & Desafios. De quem fez, faz e sabe como é na prática!

Esta dica foi publica também no Portal Administradores e no Portal Segs

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Curso de Inglês: Tatiane Campos, do Tatiane English Course

Hoje entrevistamos Tatiane Campos do Tatiane English Course.

Quer abrir uma escola de inglês?

Quer saber como começar um curso de inglês do nada?

Gosta de inglês e de dar aulas?

Tatiane Campos responde estas perguntas e com todo seu carisma e alegria contagiantes, nos ensina muito sobre o segmento de idiomas.

Ela nos fala da sua trajetória, como entrou neste negócio e como fez para o negócio prosperar e se perpetuar; tornando-se referência na região.

Um dos segmentos da economia que está sempre em crescimento e com muitas oportunidades em todos os lugares do país.

Você não pode deixar de ver este vídeo e parafraseando Tatiane Campos:

“Comece do início, comece do começo, do que você tem e vá evoluindo…”

Se você gosta de inglês, vai viajar, procurando intercâmbio, quer investir no segmento de idiomas: inglês e espanhol; você não pode deixar de assistir a este vídeo.

A palavra-chave para o sucesso neste segmento:

“dedicação e trabalho…”

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Informações para Contato com a Tatiane Campos

Rua Rio de Janeiro, 426 | Sala 809 | Centro
Divinópolis-MG
Whatsapp/Celular: (37) 9948-7093

Designer de Moda com Cristiane Victer, Coordenadora do Curso de Moda da FACED

Quer investir no setor da moda?

Quer estudar e ser um profissional da moda?

Está em dúvida que profissão escolher?

Saiba se você tem perfil para este maravilhoso segmento que exige criatividade, mas apresenta opções muito variadas para diferentes profissionais dentro de um único setor: a MODA.

Entrevistamos Cristiane Victer, coordenadora do Curso de Moda da FACED.

E ela com todo seu conhecimento e simpatia, nos ensinou muito sobre este essencial setor do mercado, que todos estão envolvidos e são clientes.

Não só moda do vestuário, mas também do calçado, móveis como sofás, poltronas e até na indústria automobilística; que com o crescimento da base de clientes do sexo feminino, necessita de maior sofisticação nos acabamentos de bancos, tetos, portas e detalhes práticos, que são oriundos da moda.

“A moda está muito mais inserida no nosso meio, do que acreditamos”

Cristiane nos conta sua brilhante trajetória até se tornar especialista, professora e coordenadora do Curso de Moda na FACED.

Cristiane explica e navega por todos os nichos e variações do segmento da moda, com tanta naturalidade e esplendor, que faz do espectador um participante inclusivo, sem mesmo que ele entenda a fundo do setor; e de tal forma que não consegue ‘descolar’ a atenção até de detalhes do negócio MODA; que além de extenso e variado, fornece oportunidades fantástica para muitos tipos de dons, talentos e realizações.

Cristiane também conversou conosco sobre países que atualmente influenciam mais a moda, sobre as principais feiras do segmento como Milão, Première Vision Paris e a a grande importância da moda local em todo ponto do mundo.

Ela também nos ensina sobre os departamentos, setores e o funcionamento de todo processo de concepção e realização da moda, envolvendo a criação, modelagem, desenho, planejamento da coleção, fotografia da moda, brand e moda festa. Sempre focando na relação custo X benefício e na capacidade de perpetuação das criações produzidas, utilizando a prototipagem, engenharia de produção e gestão integrada em todos os ciclos da moda.

Cristiane ressalta a influência da moda na comunidade, na cultura e até no humor das pessoas. Também nos fala sobre a inserção do homem numa área que até pouco tempo atrás, era incorretamente rotulada como um setor fútil e exclusivamente para as mulheres.

“O sexo do indivíduo não pode ser um limitador da pessoa entrar num setor tão importante quanto a moda, que todo mundo usa”.

Durante toda nossa conversa, destaca a clareza da especialização e conhecimento de Cristiane na preocupação da moda também como negócio, preocupando com o produto, cores mas sempre focando na viabilidade da moda como produto, para sua sustentação. Cristiane deixa bem claro que:

“Trabalhar com moda, é trabalhar com arte, é trabalhar com cor, mas o produto tem que ser vendável”

Cristiane deixa dicas como a do portal carreirafashion.com.br sobre a remuneração média de cada profissional do setor da Moda. E também cita as profissões mais valorizadas e com maior demanda no momento, no setor da Moda. Além é claro das palavras abençoadas e animadoras para quem está entrando no setor da moda.

Cristine também nos afirma que a moda está sendo um dos poucos segmentos de mercado, onde há falta de mão de obra. E há boa remuneração para dezenas de cargos. Incluindo grandes oportunidades para empreendedores que abastecem toda a cadeia de criação, gestão, produção, marketing e distribuição.

Se você é o quer entrar no segmento da moda, é lojista, vendedor, empresário ou profissional do setor, você não pode deixar de assistir a este vídeo.

A palavra-chave para o sucesso, segundo Cristiane é:

“Faça o que você gosta!”

Patrocínio:

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Contatos da FACED

www.faced.br

Praça do Mercado 191, rua Três de Outubro 44, Centro

Divinópolis MG CEP: 35500-048

(37) 3512-2000

Maquiagem, Designer de Sobrancelhas, Penteados com Deise Gusmão

Expanda seus conhecimentos com Deise Gusmão, sobre este importante setor da beleza que cresce cada dia mais. Deise é muito experiente no segmento da moda e uma profissional voltada ao visagismo, que é a estética do rosto, como ela mesmo nos ensina neste vídeo. Seu foco está principalmente na maquiagem, sobrancelhas, cabelo e penteado.

Deise é formada em Design de moda pela UNIFRAN de Franca-SP, experiente empreendedora no segmento de loja de roupas e acessórios. E utilizando toda esta trajetória, networking e experiência em relacionar com as pessoas, sabe na teoria e na prática as melhores técnicas e procedimentos do que faz e com sucesso.

Se você é empreendedor do setor da beleza, saúde, é mulher e gosta de se cuidar, você precisa ver este vídeo.

“Você faria tudo de novo?”

Deise também fala de sua trajetória, experiência e deixa as dicas e sugestões para quem está planejando ou entrando no negócio.

Para Deise Gusmão, o grande segredo do sucesso é:

A palavra-chave é a “PERSISTÊNCIA”

Deise lida com os sonhos das pessoas e seu carisma e simpatia, por si só, já são um tratamento para quem tem o privilégio de conviver com ela, nem que seja por poucos minutos.

Resumindo: Saiba mais da

“ARTE COMO UM TODO: O BELO”,

assim, você tem que ver este vídeo!

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Contato com Deise Gusmão

Deise Makeup 🌸

Make | Hair | Design de Sobrancelhas
Whastapp 📲(37)9 8417-1740

Instagram: https://www.instagram.com/deisemakeup

Facebook

Endereço: Rua Pará, 970 – Sidil | Divinópolis-MG

Arquitetura e Urbanismo com Norton Victor, Arquiteto

Você irá ver neste vídeo, nossa entrevista com o Arquiteto Norton Victor.

Este é nosso segundo vídeo voltado ao setor de Arquitetura. O primeiro foi com a arquiteta Melina Gusmão, de Divinópolis-MG, que na mesma linha do arquiteto Norton Victor, nos ensina sobre este importante setor de empreendedorismo no Brasil, sua nuances, dificuldades iniciais e como superá-las.

Norton, com uma década e meia de experiência como arquiteto e urbanista, explica a diferença entre engenharia e arquitetura.

Ele também nos leva para o canteiro de uma das suas obras, para mostrar situações do dia a dia, da profissão de arquiteto, que está mais para empreendedor. Pois, a necessidade de gestão de recursos, equipes, prazos e projetos, cabem exatamente nesta categoria de empreendedor.

Neste vídeo você poderá entender mais sobre a carreira de arquiteto, ouvir as dicas e sugestões deste experiente profissional e interagir com ele através dos comentários deste vídeo.

Norton também mostra uma “pitadinha” de seu portfólio, mostra-nos um projeto específico com situações bem diferentes, como a construção de um edifício comercial em uma área irregular e como ele aproveitou com arte e praticidade, este desafio que se transformou numa obra de arte.

“Você faria tudo de novo?”

Se você é estudante, empreendedor ou atua ou atuará no segmento de engenharia, arquitetura, designer de interiores, construção civil e áreas correlatas, este vídeo é para você! Não deixe de assistir.

Para o arquiteto Norton Victor, a Palavra Chave é: “NÃO DESANIME!”

Case Real

A sede do Sindimei – Sindicato Intermunicipal das Indústrias metalúrgicas, Mecânicas e do Material Elétrico de Itaúna está num prédio comercial de 10 pavimentos, onde situam-se também lojas, salas comerciais e um auditório. Dentre as suas particularidades está a volumetria da fachada frontal, com um movimento similar a um leque que lhe proporciona um balanço de 6m do último andar em relação ao primeiro pavimento.

Para se chegar a essa forma ousada me apoiei em três fatores: A funcionalidade dos ambientes, o conceito de sindicato e o formato do terreno.

Com a irregularidade do terreno, onde sua frente abre em relação sua lateral esquerda, posicionei o primeiro pavimento ortogonalmente a essa lateral e a partir do segundo os pavimentos foram avançando 60 cm em relação ao pavimento inferior, proporcionando um balanço de 6m do último pavimento em relação ao primeiro.

Com isso as salas comerciais que ficaram na frente de cada pavimento tem áreas distintas variando entre 46m² e 65m², potencializando o uso para diversas atividades.
E o conceito de sindicato, palavra originada do grego, “syndike”, que significa justo, protetor. Ao se aproximar da entrada do prédio e olhando pra cima, os andares em balanço avançam sobre você como se estivessem lhe abraçando, lhe protegendo.

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